Como Prevenir a Síndrome do Prédio Doente e Melhorar a Saúde da sua Equipe

Tempo de leitura: 4 minutos

Seus funcionários estão repetidamente faltando ao trabalho por motivo de doenças respiratórias?

Você pode achar que é mentira, mas você sabia que existe um método de gestão que previne doenças nos seus funcionários?

Para descobrir que método é esse, leia o texto abaixo!

Você vai aprender a prevenir a Síndrome do Prédio Doente, Melhorar a Saúde da sua Equipe e Diminuir o Absenteísmo !

Sindrome do Predio Doente Absenteismo Servico Saude Hibridize

A relação entre causa e efeito das condições ambientais observadas em áreas internas de uma edificação, com renovação de ar reduzida, e os vários níveis de agressão à saúde de seus ocupantes através de fontes poluentes de origem física, química e/ou microbiológica, é denominada Síndrome do Prédio Doente.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu a existência da Síndrome do Prédio Doente em 1982, quando comprovou-se que a contaminação do ar interno de um hotel na Filadélfia foi responsável por 182 casos de pneumonia e pela morte de 29 pessoas.

A métrica que define se um prédio está doente ou não é dada pelo percentual de ocupantes que apresentam sintomas transitórios associados ao tempo de permanência em seu interior. Assim, uma edificação está “doente” quando cerca de 20% de seus ocupantes apresentam os tais sintomas transitórios, que tendem a desaparecer após curtos períodos de afastamento. A simples saída do local, em alguns casos, já é suficiente para que os sintomas desapareçam. Os principais sintomas apresentados são: irritação dos olhos, nariz, pele e garganta, dores de cabeça, fadiga, falta de concentração, náuseas, etc.

As principais consequências da Síndrome do Prédio Doente são a elevação da taxa de absenteísmo (trabalhador que falta ao trabalho) e a redução na produtividade e na qualidade de vida do funcionário. Desta forma, a qualidade do ar de ambientes interiores assumiu importante papel não só em questões relativas à Saúde Pública, como também, no que diz respeito à Saúde Ocupacional.

Sindrome do Predio Doente Absenteismo Servico Saude Hibridize 2

No caso de clínicas e hospitais, a maior preocupação deve ser com ambientes climatizados com fins especiais, como as Salas de Cirurgia e Unidades de Tratamento Intensivo de Hospitais, por exemplo, onde o risco de contaminação pode ser fatal para pessoas com organismo debilitado.

Em agosto de 1998, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), órgão regulamentador do sistema de saúde no Brasil, publicou a Portaria nº 3.523, estabelecendo, para todos os ambientes climatizados artificialmente de uso público e coletivo, a obrigatoriedade de elaborar e manter um Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC) dos sistemas de condicionamento de ar.

Assim, cada clínica, consultório ou quaisquer outras empresas que possuam sistemas de climatização através de ar condicionado, deve preparar um esquema de manutenção e limpeza dos seus equipamentos e tubulações, que deve ser cumprido sistematicamente, a fim de evitar os transtornos já citados.

Dessa forma, sua clínica deve preparar um PMOC, primeiramente, para prevenir doenças em colaboradores e pacientes e, também, para apresentar à vigilância sanitária, no ato de uma eventual vistoria. Durante o tal procedimento, os fiscais realizam testes biológicos, físicos e químicos a fim de verificar o cumprimento do PMOC e a qualidade do ar dos ambientes clínicos.

Clique aqui para acessar o modelo sugerido pela ANVISA, de um Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC), o qual deve ser adaptado a cada estabelecimento e a cada sistema de ar condicionado instalado.

Se você gostou, tem dúvidas, críticas ou sugestões, por favor, deixe o seu comentário no campo inferior desta página!

Terei grande prazer em responder.

Forte abraço!

JOSÉ ZERBINI
Gestão & Marketing em Serviços de Saúde

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Referências Bibliográficas: Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia. www.inmetro.gov.br. Acesso em: 26.02.2016.

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